quarta-feira, 8 de agosto de 2007
Coisas estranhas...
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Anne M. Moor
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5:52:00 PM
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terça-feira, 7 de agosto de 2007
adoro!
como eu não combino muito com melancolia
melhor pegar a faixa do meio
e seguir em frente ao final do dia
;-)
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Érica Martinez
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5:38:00 PM
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"Daqui do morro dá pra ver tão legal..."
de onde eu vejo um mundo diferente
E nenhum mais pra chorar
Já passou! Por que você não quer ver?
Não posso mostrar mais do que já fiz
Nem me dar mais do que já permiti

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Érica Martinez
às
12:11:00 PM
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cinemática musical
parto de mim
movida de dentro
pelo que me motiva
: a vida
o melhor motivo
movimento-me no espaço
movimento no espaço
tempo em movimento
tempo no movimento
configura o andamento
compassado
porque ligado ao passado
mas...
o que faço?
se a rima é um descompasso?
não dá prá dizer que é inspiração mas, escrevendo, lembrei-me:
da Anne: a que mais sabe louvar e viver a vida
e do Flávio: que, recentemente, destacou a importância de nos fazermos mais perguntas que ir em busca de respostas
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Udi
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11:56:00 AM
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OPOSTO
Vista a singular ausência
De manifestações ou aquiescências
Eis-me aqui disposto
A preencher a falta a gosto
E do auge de minha demência
Registro aqui esse posto.
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Flavio Ferrari
às
2:05:00 AM
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sábado, 4 de agosto de 2007
CHEGANDO DE MANSINHO

E finalmente a mulher encontrou o abrigo que esperava. Abriu a porta lentamente e entre as fugentas raias de luz tapadas de bolinhas de pó flutuantes foi acomodando o olhar para as sombras e as silhuetas cobertas de um unico tom. Era o momento de receber cada recanto de encanto e descobrir entre as sombras as cores esmaecidas. Tirou o cachecol e recoureu os olhos pela sala encontrando num canto a madeira adormecida, juntou-as com engenho na lareira, correu à rua e catou gravetos enchendo a parte da frente do poncho como se fosse saco. Arrumou os pequenos pedaços entre os espaços entrelaçados de tal forma que apenas ao primeiro toque do fogo se fez a fogueira iluminando o lugar em luzes vermelhas e amarelas. Sentou-se na cadeira de balanço bem em frente ao fogo, estendeu as pernas e buscou aquecer os pés enrregelados. A respiração lhe saia ainda entrecortada pelo frio e pela dor do esforço de ter chegado ali.
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Maria
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1:33:00 AM
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sexta-feira, 3 de agosto de 2007
A felicidade e o tempo
Assaltou-me uma hipótese: a felicidade é um conceito humano que exige um intervalo de tempo para ser observado.
Contava para meu filho a história de um amigo de faculdade que sofreu um acidente e perdeu parte da massa encefálica.
Recuperou-se parcialmente e, até onde tive contato com ele, apresentava grandes dificuldades para o convívio social, por duas razões:
- tinha súbitos deslocamentos de atenção, ou seja, abandonava uma conversa no meio e simplesmente partia para qualquer outra atividade que lhe passava pela cabeça
- não tinha mais um "superego", o que significava que fazia o que tinha vontade, incluindo apalpar os seios de suas interlocutoras (pelos quais tinha particular fascinação) a qualquer momento.
Meu filho perguntou-me se ele era feliz.
Dei-me conta que o conceito de felicidade não se aplicava. Ele não era feliz nem infeliz. Apenas vivia o momento. Não qualificava ações e acontecimentos. Não os colecionava.
Desapegado de sua própria história, vivia cada momento com uma pureza impensável para as pessoas "normais".
Dá o que pensar ...
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Flavio Ferrari
às
7:24:00 PM
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A página não pode ser exibida
A página que você procura não está disponível no momento.
Talvez o site esteja passando por dificuldades técnicas ou você precise ajustar as configurações do navegador.
Garçon, enquanto eu espero a tal "briga de elefantes" se resolver, traz mais uma, por favor?!
(ah! e os comentários eu tb não consigo ler... se quiserem mandar pro meu e-mail...Tina! eu preciso da sua ajuda!)
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Érica Martinez
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8:24:00 AM
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quinta-feira, 2 de agosto de 2007
O jogo da vida...
Quantos são os paradigmas impostos pela vida? Tenho a impressão que infinitos, já que quando quebramos um, outros são construídos. Muitas vezes por nós mesmos!!
O mais importante é acreditar que nada é para sempre, e que a cada instante podemos renovar o que pensamos, reforçando aquilo que acreditamos ou acreditando naquilo que jamais aceitamos...
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Anônimo
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6:56:00 PM
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fôlego
Fluir...
buscar...
refletir
inspirar instigar
inspirar expirar
não pare de respirar
inspiração vem de fora ou vem de dentro?
: encontro do que está fora
com o que está dentro
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Udi
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8:30:00 AM
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quarta-feira, 1 de agosto de 2007
Pensamentos da noite...
A ideia que não procura converter-se em palavra é uma má ideia, e a palavra que não procura converter-se em acção é uma má palavra.
(G.K. Chesterton)
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Anne M. Moor
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8:50:00 PM
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Oração a si mesmo...
Você faz uma prece ao levantar ou ao se deitar? Já fez uma prece a si mesmo?
Olha só:Que eu me permita olhar, escutar e sonhar mais. Falar menos. Chorar menos. Ver nos olhos de quem me vê a admiração que eles me têm e não a inveja que penso que têm. Permitir sempre escutar aquilo que eu não tenho me permitido escutar.
Saber realizar os sonhos que nascem em mim e por mim e comigo morrem por eu não os conhecer.
Então, que eu possa viver os sonhos possíveis e os impossíveis; Aqueles que morrem e ressuscitam: A cada novo fruto, A cada nova flor, A cada novo calor, A cada nova geada, A cada novo dia. Que eu possa sonhar o ar, Sonhar o mar, Sonhar o amar, Sonhar o amalgamar.
Que eu possa substituir minhas palavras pelo toque, pelo sentir, pelo compreender, pelo segredo das coisas mais raras, pela oração mental (aquela que a alma cria e que só ela, ouve e só ela, responde).
Que eu saiba reproduzir na alma a imagem que entra pelos meus olhos fazendo-me parte suprema da natureza, criando-me e recriando-me a cada instante.
Que eu possa chorar menos de tristeza e mais de contentamentos.
Que meu choro não seja em vão, que em vão não sejam minhas dúvidas.
Que eu saiba perder meus caminhos, mas saiba recuperar meus destinos com dignidade.
Que eu não tenha medo de nada, principalmente de mim mesmo: que eu não tenha medo de meus medos.
Que eu adormeça toda vez que for derramar lágrimas inúteis e desperte com o coração cheio de esperanças.
Que eu faça de mim um homem sereno dentro de minha própria turbulência, sábio dentro de meus limites pequenos e inexatos, humilde diante de minhas grandezas tolas e ingênuas (que eu me mostre o quanto são pequenas minhas grandezas e o quanto é valiosa minha pequenez).
Que eu me permita ser mãe, ser pai, e, se for preciso, ser órfão.Permita-me ensinar o pouco que sei e aprender o muito que não sei, traduzir o que os mestres ensinaram e compreender a alegria com que os simples traduzem suas experiências; respeitar incondicionalmente o ser; o ser por si só, por mais nada que possa ter além de sua essência, auxiliar a solidão de quem chegou, render-me ao motivo de quem partiu e aceitar a saudade de quem ficou.
Que eu possa amar e ser amado.
Que eu possa amar mesmo sem ser amado, fazer gentilezas quando recebo carinhos; fazer carinhos mesmo quando não recebo gentilezas.
E... que eu jamais fique só, mesmo quando eu me queira só.
Texto de Oswaldo Antônio Begiato
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Anônimo
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4:53:00 PM
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Overdose de Prozac
Aviões caindo, filas nos hospitais, governantes impunes e eu aqui, preocupada com meu umbigo...
Será que exagerei na dose ou me curei, de fato, daquela culpa ancestral?
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Udi
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12:23:00 PM
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"e ela acreditava em anjos..."
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Érica Martinez
às
10:12:00 AM
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