quarta-feira, 30 de abril de 2008

Reflexão do Meio do Caminho

[Postado por Reinaldo Ortega]

Amanhã chego aos 45, parecia muito distante há não muito tempo atrás, e nesse momento sou levado a pensar sobre coisas que nunca pensei, e pensei: existe vida após a morte? Provavelmente não, mas certamente existe morte após a vida! Tentemos aproveita-la.

Saudosismo

[Postado por Suzana]


Uma lembrança gostosa
de minha infãncia.

Feromônios virtuais

[Postado por Anônimo]

O Gui anda desesperado porque não consegue atrair o Google para o seu site.

Primeiro, Gui, você tem que saber que o Google (Search) já sabe da sua existência, porque você está hospedado no Blogger, que é da (empresa) Google. O que o Google precisa saber agora é do seu conteúdo. E como é que ele faz isso?

Existe um robot (isso mesmo: um robot) que faz isso. A menos que você não queira, robôs visitam páginas da internet todos os dias, com vários propósitos. A maioria deles vasculha sites à procura de conteúdo para engordar bancos de dados e indexadores de serviços de busca. O robot da Google chama-se Spider.

Esses robôs são (quase sempre) benignos. Cabe ao firewall e ao antivirus do seu provedor (nesse caso o Blogger), impedir a entrada de robôs maliciosos.

Existe uma técnica prevista pela W3C (o consórcio que organiza os padrões da Web) para evitar que robots varram um site. É só colocar no diretório (pasta) raiz do seu site um arquivo qualquer, desde que tenha o nome norobot. Intranets e outras redes privadas ou que queiram permanecer anônimas usam desse expediente.

Assim que chega em uma página, o robot procura por três coisas: o tag <meta> (já vou explicar o que é isso), o cabeçalho (tipicamente os 120 primeiros caracteres de uma página), e finalmente o resto da página. E ele atribui importância -- para efeito de buscas -- exatamente nessa ordem.

Colhendo e escolhendo

Imagine o robot coletor – que vive de colher palavras-chave – entrando em um site. Ele entra com um saquinho vazio e vai enchendo com palavras para levar embora e entregar ao seu chefe, o robot escolhedor. Que palavras ele colhe? Primeiro, as que estão nos tags <meta>. São as mais visíveis para ele. Depois ele vai no conteúdo e leva de 120 palavras até a totalidade delas, dependendo da importância do site.

De volta para casa, ele entrega ao robot escolhedor. O escolhedor separa as palavras dos <meta>. Essas serão passadas ao robô arquivista sem mais considerações. Aí ele procura no texto do conteúdo por palavras importantes, ou seja, aquelas pelas quais as pessoas mais procuram – e escrevem. Quanto mais palavras importantes no texto, maiores as chances do robot escolhedor mandar o conteúdo todo da página para o robô arquivista.

Tenha em mente que o trabalho desses robôs é dinâmico e inteligente. Há dois meses, por exemplo, se você buscasse pela palavra “nardoni” os resultados seriam pífios. Mas de repente os robôs perceberam que não só muitas pessoas estavam buscando por essa palavra, como ela começava a aparecer com enorme freqüência no material colhido. Os coletores e escolhedores então passaram a dar um peso cada vez maior ao vocábulo, de tal modo que qualquer página que incluir o nome “nardoni” no seu cabeçalho dificilmente vai passar despercebida por eles.

Ajustando a meta

O tag <meta> de que tanto falei é uma tripinha de programação HTML (a linguagem da página), que tem vários propósitos e vários sabores. Vamos ver só os que nos interessam. Os <meta> sabores description e keywords são os mais importantes para nossa pequena discussão. Como os nomes já dizem, eles colocam na sua página uma breve descrição do seu conteúdo, e uma pequena lista de palavras-chave para os mecanismos de busca. Um exemplo para um site de cinema poderia ser assim:

<meta name="Description" content="O cinetreco.com é um site que revela o cinema como ele é feito" />

<meta name="Keywords" content="cine, cinema, movie, diretor, direcao, roteiro, roteirista, ator, atuacao, atriz, artista, producao, produtor, curta-metragem, curtas, longa, cultura, cinema brasileiro, animacao, stop-motion, picture, box, pipoca, plano, angulo, camera, luz, fotografia, trilha, acao, drama, comedia, aventura, ficcao, romance, noir, serie, temporada, continuacao, expressionismo, classico, musical, trash, heroi, vilao, enredo, ingressos, edicao, trama, documentario, making of, cineclub, clube de cinema, cinemateca" />


Você pode editar esses <meta> como quiser.

Você pode escrever o que quiser na lista de palavras-chave? Não, não pode. Muitos espertinhos usavam palavras como sexo, bunda e outras cositas más para atrair pesquisas. Atualmente, quando uma palavra-chave inclui um termo muito visado, os mecanismos de busca percorrem o conteúdo da página para ver se é consistente com o tag <meta>. Se não for, babau. Os robôs consideram isso uma fraude e colocam o seu site em uma lista negra de coletas. Palavras-chave da moda (como por exemplo “nardoni”) também atraem a lupa do robô censor).

Reprogramando o <meta>

Se você conhece HTML, pode mexer no programa (modelo) do seu blog e incluir o tag <meta> que quiser. É só fazer uma copia de segurança antes, como manda o figurino.
Se você não tem familiaridade com essas coisas, peça a alguém que saiba para fazer isso para você (no seu caso, Gui, eu posso fazer, viu?).

Atraindo o povo

Mas tudo isso não basta. É preciso também que o Google (ou outro buscador) coloquem você em evidência, logo na primeira página de resultados se possível. O critério usado pelos mecanismos de buscas é do page rank. Maior o page rank, maior as chances de sua página sobressair-se.

O page rank é montado de acordo com alguns critérios. Os mais importantes pela ordem são:

1) Popularidade. Quanto mais tráfego tem o site, maior seu rank. Simples assim.

2) Referências. Quanto mais links de outros sites para o seu existirem, maior será o seu rank. Este é um critério importante e muito cobiçado, porquê o rank do site que aponta para o seu é considerado. Assim, ter um link seu no site da Globo ou de um blog famoso e importante conta mais pontos que um link aqui no Prozac (Chuiff...)

3) Assinantes RSS: Quanto mais acessos RSS seu site tiver, mais pontos. Cabe aqui uma propagandinha. Sabe aquela listinha de postagens que aparece no Assertiva cada vez que você abre a página principal? Aquela que mostra as últimas postagens da nossa aldeia? Ela é feita através de um acesso RSS. O que significa que, cada vez que Assertiva é aberto – seja por quem for – um robô de RSS é disparado para cada um dos blogs. Assim, cada vez que alguém entra no Assertiva, está contribuindo também para melhorar o rank de todos os outros blogs.

O host no qual o site está hospedado também pode contar pontos. O simples fato de você estar no blogger (com blogspot no endereço) já eleva a sua pontuação.

Tudo o que eu expliquei aqui é genérico, e cada mecanismo de busca tem suas especificidades. Os do Google podem ser encontrados em http://www.google.com/support/webmasters/bin/answer.py?hl=en&answer=34432. Nesse endereço há links para várias respostas às perguntas que você ainda tem.

Comprando prestígio

É possível pagar para ter prioridade nos mecanismos de busca? É sim. Alguns deles fazem isso às claras (como os tais links patrocinados do Google), enquanto outros simplesmente adicionam pontos ao seu page rank. Quanto mais pontos mais caro, claro.

Um site vale pelo conteúdo – seu e de seus leitores.

Espero ter sido útil, Gui, mas não se esqueça que visitação não é tudo. Cerca de 40% de todo o tráfego de Assertiva é do tipo dismiss, ou seja, de pessoas que chegam até lá pelo mecanismo de busca e não voltam nunca mais. Garimpar leitores é uma tarefa tão árdua quanto prazerosa, e é feita de uma única maneira: dando a eles conteúdo com a qualidade que eles merecem. Isso vale muito mais para blogs, onde as pessoas se relacionam, reagem, criam laços mais ou menos fortes.

Escreva, escreva, escreva. Aperfeiçoe sua escrita. Deixe que seu estilo aflore (e o seu é marcante), sem jamais criar um gênero ou deixar de ser você mesmo.
Com o tempo você verá mais e mais gente de qualidade visitando o seu blog (tem gente que arruma até namorado(a)!).

Friend-rank é muito mais importante que qualquer page-rank.

terça-feira, 29 de abril de 2008

TANTO MAR, PÁ!

[Postado por A.Tapadinhas]


"Portugueses e brasileiros têm muito a comemorar. Nós, pelo passado comum, a beleza do idioma, traços do nosso carácter que nos fazem diferentes em qualquer canto do mundo. Eles, pela descoberta de um país-continente que lhes perpetua a língua e a beleza dos costumes.
Somos, ambos, maravilhosos. Falta, apenas, descobrirmo-nos."

Angela Dutra de Menezes
in O Português que nos Pariu
Comecei com este livro às 10 da manhã. Acabei há pouco de o ler. Confesso que peguei nele, com um certo receio: temos muitos telhados de vidro...
No prefácio abri um sorriso, que não deixei, até ler as suas últimas palavras, porque "certas ocasiões exigem solenidade", mesmo que seja com um sorriso nos lábios.
Uma boa maneira de recordar/aprender a nossa história comum.

Pronto para declarar ...

[Postado por Flavio Ferrari]

Todo ano, na maior
O leão leva a grana
E a gente fica na pior

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Maldito Google

[Postado por Gui Ferrari]

Eu nunca entendi o Google, porque ele acaba sendo útil para achar coisas, mas ninguém me acha nessa maldita ferramenta.
Minha geração, sem o google, estaria nas livrarias todos os dias considerando a quantidade de coisas que hoje se estuda. Tudo bem que a globalização e informatização da informação deu frutos para o ensino, mas eu to de saco cheio do Google.

MEU BLOG NÃO APARECE NO GOOGLE!


Pronto, desabafei.

Websincrasias

[Postado por Flavio Ferrari]

Uma pequena curiosidade ...
A empresa em que trabalho recebe por volta de 5 milhões de e-mails por mês (isso mesmo, 5 milhões).
Destes, apenas 1% (pouco mais de 50 mil) são mensagens válidas.
O resto é composto basicamente por spam - 70% - e "ataques" (virus e quetais) - 25%.
Não é um absurdo ?????

domingo, 27 de abril de 2008

Matrinxã, piraputanga e pirarucu

[Postado por Anônimo]

Matrinxã, piraputanga e pirarucu

Ignácio de Loyola Brandão

Dedicada a Eduardo Martins


Na Nova Dutra, um acidente da altura de Santa Isabel me fez esperar 40 minutos. Eu pensando: chego a Caçapava a tempo? Estava a caminho para abrir a semana de comemorações do aniversário da cidade e tenho horror a atrasos. Enfim, andamos. Sete da noite, o cine Vogue vazio. Sala desativada, foi recuperada pela Secretaria de Cultura, não virou igreja de exorcistas. À noite ameaçava chuva, à tarde um temporal havia inundado bairros. Quem viria? Fui comer um sanduíche e, ao voltar, surpresa, o cinema estava quase lotado e na primeira fila vi o prefeito Carlos Vilela e o secretário de Cultura Fabrício Correia.Nós que rodamos o Brasil sabemos que se trata de raridade. Eles promovem, nunca vão. Em Caçapava, promoveram e me suportaram bravamente. Aliás, a dupla vem investindo em cultura e mesmo com verbas apertadas promovem concertos, exposições, palestras, feiras, mostras de cinema, interessados principalmente na cultura do Vale do Paraíba. Como o resgate da Festa de São João, uma devoção popular, que coloca em cena até o carro de boi em extinção. Por sinal, a secretaria realizou um belo vídeo O Canto do Carro de Boi. Em vez de lamentar e reclamar que não existe verba, nem lei Rouanet, e outras desculpas, tem gente que mete a cara e faz. Quem quer faz, quem não quer reclama!

Caçapava, cidade menina dos olhos da Ana Maria Martins, doce criatura, fica no epicentro de uma região, a do Vale do Paraíba, que já deu cinco imortais para a Brasileira de Letras: Miguel Reale (também foi da Paulista), de São Bento do Sapucaí, Cassiano Ricardo (também APL), de São José dos Campos, Osvaldo Cruz, de São Luís do Paraitinga, Francisco de Assis Barbosa, de Guaratinguetá, e o barão Homem de Melo, de Pindamonhangaba.

Nem bem cheguei, parti. Para Cuiabá, a fim de participar do Centro Cultural Banco do Brasil Itinerante. Paulo Caruso e eu falaríamos sobre a crônica brasileira. Por que Caruso o humorista, cartunista? Porque cada desenho seu é uma crônica de nosso tempo. Foi um prazer enorme estar ao lado dele enquanto eram exibidos seus cartuns satíricos, sarcásticos, percucientes. Um deles, antológico, o Capela Severina. Inspirado na Capela Sistina do Vaticano, Caruso construiu uma pintura mordaz que demole usos e maus costumes da política brasileira. A platéia delirou e, como a maioria era formada por estudantes de comunicação, ele deu uma aula de como desenhar e contar sobre tudo o que está aí. Organizados por Luis Nunes e Beatriz Gonçalves, esses encontros vêm traçando um panorama da cultura brasileira e têm sido levados Brasil afora. Não, não, o CCBB não funciona apenas no Rio de Janeiro e São Paulo, ele se estende, se ramifica. Quem quer fazer faz!

Nossa mesa foi mediada pelo jornalista Lorenzo Falcão que revelou uma qualidade rara em mediadores. Seguro, passava a palavra de um para o outro, controlava o tempo, ficava atento ao auditório. Mediadores, em geral, precisam demonstrar cultura, conhecimento, ficam excitados para aparecer mais do que os palestrantes, fazem longos discursos, querem ser as estrelas. Lorenzo foi preciso, tranqüilo, não tem insegurança, deixou Paulo e eu à vontade, não tínhamos um competir afoito. Mais do que isso, no fim ele nos levou a uma Peixaria, a Lélis. Quando ouvi falar em rodízio de peixes, arrepiei. Rodízios são tenebrosos, os garçons de minuto em minuto enfiam coisas em nosso prato. Quebrei a cara! Na Lélis os garçons trabalham no ritmo lento, olham para seu prato, sabem quando oferecer. Assim, degustei pintado, pacu, piraputanga, pirarucu e matrinxã com vagar. Peixes que se dissolviam na boca, que vinham recheados com farofa de couve, que chegavam acompanhados com creme de palmito, ou o creme de banana, ou farofa de banana. Indo a Cuiabá, anotem o nome, Lélis. Para encerrar, uma dose de canjinjin, licor local, à base de vinho e muitas ervas, com um sabor indefinível, mas que nos colocou de bem com o céu e a terra. Caruso desenhou a caricatura do garçom que nos servia; logo veio outro, ele também queria; vieram todos, ele passou meia hora fazendo caricaturas que fascinaram o pessoal, até a gerente e o segurança quiseram. Admirável é a rapidez do cartunista, o olhar, a linha exata e engraçada. Um traço faz diferença!

Ao acordar, no dia seguinte, andei pelo centro. Oito da manhã e o termômetro marcava 38 graus. Na livraria Janina queria um livro de Ricardo Guilherme Dicke, dos maiores escritores brasileiros. Guimarães Rosa, Jorge Amado, Hilda Hilst e Glauber Rocha adoravam Dicke. Encontrei apenas um exemplar, o último de uma edição local de Deus de Caim, premiado no Walmap em 1967, um dos maiores prêmios literários da época. O romance que derrotou o meu Bebel Que a Cidade Comeu que concorria também.

(Cronica publicada no jornal 'O Estado de Sao Paulo' em 18/04/2008, que me foi enviada pelo amigo Francisco Oitavo - potiguar de boa cepa, nascido no sítio Mutamba, oitavo de dezessete filhos, todos "Francisco/Francisca" mais seu devido "numeral" )

Centro de Eventos do Pantanal em 09/04/2008

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Vende-se rifa. Prêmio: medalha mundial.

[Postado por Raquel Neves de Mello]

José Roberto Soares Neto é um atleta de jiu-jitsu. Ele já foi cinco vezes campeão paulista e uma vez campeão brasileiro. Ele teve que faltar a sua formatura na oitava série porque naquela noite ele estava em São Paulo recebendo a medalha "Campeão Olímpico Aurélio Miguel 2007" da Prefeitura de São Paulo. E ele tem apenas quinze anos!

Não sou lá muito chegada em esporte, mas esse menino me impressiona. Além de ser um atleta de muito talento, é um rapaz de excelente índole, bem educado, disciplinado e estudioso. Ele é o tipo de atleta que eu quero como exemplo para o meu filho.

A matéria que ilustra esse post é da Gazeta de Cosmópolis da semana passada. Netinho classificou-se para o Mundial de Jiu-Jitsu na Califórnia. A viagem vai acontecer no começo de junho e ele vai precisar de $1700 dólares para passagem e hospedagem. O porém é que a família não tem como arcar com essa despesa e ele não tem nenhum patrocinador.

Como reclamar do pouco valor que esse país dá à educação, ao esporte, à saúde, blá, blá, blá já ficou cansativo, eu tô fazendo a minha parte. Além desse post, já mandei e-mail para todos os amigos que trabalham em empresas que possam se interessar em patrocinar essa viagem. E eu posso garantir que esse menino é um investimento com lucro certo. Protocolei pedido de apoio na Prefeitura de Cosmópolis e pedi audiência com o presidente da Câmara. Além disso, por garantia, tô vendendo rifa de uma bicicleta, um DVD e um "kit feminino". Se alguém quiser tentar a sorte, é só me avisar.

Dengue gaúcho...

[Postado por Anne M. Moor]


quarta-feira, 23 de abril de 2008

último aviso chato, sério!

[Postado por Gui Ferrari]

Então gente!
eu apaguei o blog "bate papo com gui ferrari", portanto se alguém tem ele na sua lista de links, apague-o!

mais uma vez, lembro-lhes que meu novo blog é o audiovisueiros!

o último dia

[Postado por Érica Martinez]

bom, já que era só mesmo o que faltava e todo mundo já está fazendo declarações de amor, confessando pecados e eteceteraetal:
O QUE VOCÊ FARIA SE SÓ TE RESTASSE UM DIA?


Meu amor
O que você faria se só te restasse um dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz, o que você faria? (refrão)

Ia manter sua agenda
De almoço, hora, apatia?
Ou esperar os seus amigos
Na sua sala vazia?

(refrão)

Corria pr'um shopping center
Ou para uma academia?
Pra se esquecer que não dá tempo
Pro tempo que já se perdia?

(refrão)

Andava pelado na chuva?
Corria no meio da rua?
Entrava de roupa no mar?
Trepava sem camisinha?

Meu amor
O que você faria?
O que você faria?

Abria a porta do hospício?
Trancava a da delegacia?
Dinamitava o meu carro?
Parava o tráfego e ria?

Meu amor
O que você faria se só te restasse esse dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz, o que você faria?
(Último Dia - Paulinho Moska)

Tremedeira

[Postado por Ernesto Dias Jr.]

Terremoto em São Vicente. Ou perto.
Cruz credo, Carolzita: que andas tu fazendo??

Um pensamento de banheiro...

[Postado por Gui Ferrari]

não podemos ter pudor (com nós mesmos), e nem vergonha (de nós mesmos) quando estamos sozinhos.

terça-feira, 22 de abril de 2008

Serendipity

[Postado por Flavio Ferrari]


Não consigo pensar em uma palavra melhor para definir o que tem acontecido comigo nos últimos anos ...
imagem: The Sentry - Cubic Mandelbrot Gallery - http://www.mysticfractal.com/fractal_mirage/cubic.html