sábado, 10 de novembro de 2007

O museu das grandes novidades

[Postado por Flavio Ferrari]


O tempo não para .... (Cazuza).
Uma das interpretações possíveis para a parede-conceito que tenho aqui em casa é essa.
Sobre toda a arte contemporânea, efêmera, um quadro da Monalisa, terna e eterna.
Coisas que vem, coisas que passam, coisas que ficam.


7 comentários:

disse...

De tudo que passa, fica um resquício.Cartola bem o disse.
Estou vivenciando essa delícia na prática, revendo amigos desde o bercário.Acolhimento total.
Maravilhosa sensacão.
Bjo.

Anne M. Moor disse...

A partir de tudo que foi somos o que somos, o futuro pertence ao imaginário. Como bem diz a Ti, o hoje, o agora, o presente é vida...

Jorge Lemos disse...

O eterno sempre se sobrepõe
ao transitório!

Udi disse...

já disse muitas vezes a mais uma: essa parede é inspirada e linda!

Raffaella disse...

e toda vez eu vejo uma figura diferente entre tantas na parede...

É! disse...

parede linda...
vou montar uma pra mim...

zuleica-poesia disse...

Flávio, que bom! Aprendi a encontrá-lo aqui no Prozac. Mas, como demorei, ficou muito texto para trás. De agora- sua parede é muito interessante. Qualquer dia destes quero vê-la de perto.-beijos.